Dissecando o amor

O que é amor?

É uma das questões mais difíceis para a humanidade “dissertar em pormenores”…

Séculos se passaram, as relações florescem e por isso continua a existir o amor…  De alguma forma…  😉

A maioria não tem muita certeza, quanto a própria definição do amor. Para alguns, o amor é amizade verdadeira, ou além da “vida” ou talvez o amor seja como sorte.

Você tem que trilhar todo o caminho da vida para encontrá-lo? Ou não?

Não importa como você possa definir ou sentir, o “amor” é um dos “pilares” da história da humanidade. O amor é paciente, o amor é bondoso. Não tem inveja, nem goza de si mesmo e nunca é orgulhoso. Alegra-se sobre o mal e é o buscador da verdade. O amor protege, conserva e espera para o aspecto positivo da vida. Sempre permanecerem firmes no amor, não cair nele. É como o sonho de sua matéria de afeto se tornando realidade. Amor pode ocorrer entre dois ou mais indivíduos. Liga-os e liga-los em um link unificado de confiança, intimidade e interdependência. Ele melhora o relacionamento e conforta a alma.

O amor deve ser vivido e não apenas sentido.  A profundidade do amor não pode ser medida.

Olhe para a relação entre uma mãe e uma criança. A mãe ama a criança incondicionalmente e não pode ser medido em todos os aspectos.

Uma outra dimensão pode ser alcançada entre todas as relações com a magia do amor. O amor pode ser criado. Você só precisa se concentrar na bondade de outra pessoa. Se isso pode ser feito facilmente, então você também pode amar facilmente. E lembre-se que todos nós temos algum aspecto positivo em nós, não importa o quão ruim as nossas ações talvez sejam, num pré-julgamento de ações…

Dependendo do contexto, o amor pode ser de diferentes formas. O amor romântico é profundo, intenso e interminável. É comum em uma relação muito íntima, interpessoal e sexual.

O termo amor platônico (Eros), o amor familiar (“Philia”) e o amor religioso (ágape) também são uma questão de grande afeto.

É de preferência “humana” o desejo e os sentimentos. O significado do amor muda, em cada relacionamento e depende mais de seu conceito de profundidade, complexidade e versatilidade. Mas às vezes a própria existência do amor é questionada.  Alguns dizem que é falsa e sem sentido! Alguns dizem que o amor nunca existiu, porque tem havido muitos casos de ódio e brutalidade nas relações humanas ao longo das eras.

A história do nosso mundo tem assistido a muitos eventos desse tipo. Houve ódio entre irmãos, pais e filhos, rivalidade entre irmãos e cônjuges que não conseguiram demonstrar amor uns pelos outros.
Amigos que traíram o outro, o filho que matou seus pais pelo “trono”, a contagem é interminável! Até a geração moderna, também está enfrentando esses dilemas todos os dias. Mas o amor não é responsável por isso! Somos nós! “Humanidade”, que “esquecemos” o significado do amor e cada vez mais nos tornamos “apático”!

No passado, o estudo da filosofia e da religião fizeram muitas especulações sobre o fenômeno do amor. Mas o amor tem sempre governado, nas “Artes”.  Diga-se na música, poesia, pinturas, esculturas e literatura. A psicologia também tem feito muito, quanto a “dissecação” para a essência do amor, assim como que a biologia, antropologia e neurociência também tem feito a ele.
A psicologia retrata o amor como um fenômeno cognitivo com uma causa social.
Diz ter três componentes no livro de psicologia: Intimidade, Compromisso e paixão.
Além disso, a definição do “amor” em um antigo provérbio é definida como “uma forma elevada de tolerância.” E esta visão tem sido aceita e defendida por ambos os filósofos e estudiosos.
Amor também inclui a “compatibilidade”.  Mas essa ”compatibilidade”, esta ligada mais a “viagem” rumo ao desconhecido, do que o conceito de “igualdade” entre dois. Talvez a pessoa (viagem desconhecida) a quem vemos diante de nós, possa ser menos compatível do que uma pessoa (“igualdade”) que está a milhas de distância.
Podemos falar e escolher uma das “opções” acima e retratar que nós nos amamos, mas praticamente não acabar em qualquer relacionamento! Também quando fluímos para essa compatibilidade (viagem desconhecida), a chave é pensar sobre um relacionamento de longo prazo bem sucedido, e não uma viagem curta(ilusão da igualdade).  Precisamos entender uns aos outros e sempre lembrar que ninguém é perfeito.
Estar juntos, compartilhar das alegrias e tristezas, entender uns aos outros, fornecer espaço para o outro, mas sempre estar lá para cada um, quando o outro precisar. Certamente, o amor vai florescer para fortalecer seu relacionamento e relacionamentos enquanto segue á “vida”…

Amem a todos, confie em poucos, não faça mal a ninguém.
William Shakespeare

Um comentário em “Dissecando o amor”

  1. Edu, primeiro texto seu que tenho o prazer de ler e gostaria de deixar aqui registrado os meus parabéns. Amei o seu estilo de escrita, profundo porém de fácil entendimento. Me identifiquei em inúmeros trechos na minha forma pessoal de enxergar o amor. No mais, lhe desejo toda inspiração do mundo p continuar traduzindo em palavras os nossos sentimentos e fantasias. Grande abraço!

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