21 características de uma alma DESPERTA

Você pode dizer que é por causa de uma mudança global na consciência, um destino óbvio, devido à evolução espiritual, ou o resultado de tempos estranhos, mas, muitas pessoas em todo o mundo estão passando por mudanças pessoais intensas e sentindo uma expansão de consciência. Mudanças pessoais dessa magnitude pode ser difícil de reconhecer e entender, mas aqui estão 21 características do despertar de uma alma, de uma forma “sensível”, ou um “empática”.

1. Estar em locais públicos é, por vezes esmagador. Desde que os nossos muros entre o eu e o outro estão se dissolvendo, não temos realmente aprendido a distinguir entre a energia da outra pessoa e a nossa. Se o humor geral da multidão é semelhante ou negativo, podemos sentir isso de forma aguda, e pode sentir como se retirasse para o nosso próprio espaço privado. Quando tivermos recarregado nossas baterias com a meditação, passar o tempo na natureza, longe de outras pessoas, ou simplesmente sentado em contemplação silenciosa, estamos prontos para estar com as massas novamente. Nos relacionamentos pessoais, muitas vezes vai sentir as emoções de outra pessoa como a nossa. É importante ter presente maior senso de empatia, mas temos de aprender a permitir que as emoções da outra pessoa, respeitando-os e mantendo nossa empatia, mas, percebendo que nem todas as emoções nos pertencem. A influência social podem Continuar lendo 21 características de uma alma DESPERTA

O Poder do Mito

 

”Dizem que o que todos procuramos é um sentido para a vida. Não penso que seja assim. Penso que o que estamos procurando é uma experiência de estar vivos, de modo que nossas experiências de vida, no plano puramente físico, tenham ressonância no interior do nosso ser e da nossa realidade mais íntimos, de modo que realmente sintamos o enlevo de estar vivos…” – Joseph Campbell

Na verdade, espiritualidade requer que você vá para seu interior e aceite o que encontrar, independente do que seja. Nem tudo o que encontrará será bom ou belo. Mas, enfrentar a si mesmo é um estágio importante para encarar a verdade. E lendo os livros e estudos do renomado professor, escritor e especialista em mitologia e religião comparada, Joseph Campbell, sobre a religiosidade e suas várias facetas, entendemos a “espiral” que pode ser “a verdade”.

Tanto nos meus estudos como escritor (O observador que vos fala), lendo a “Jornada do Herói” para entender o processo criativo que arrebata pessoas no mundo inteiro nos livros de ficção e fantasia, aos estudos que faço como ocultista que me levam a incríveis reflexões nos livros “O poder do Mito” e “As máscaras de Deus” (e seus volumes) me rendo a genialidade desse homem.

Para entender melhor, caro amigo e leitor, convido-o a ver as últimas entrevistas deste que foi um dos gênios do século XX, pouco antes de falecer em 1987. Seja bem vindo ao mundo incrível e “re-descoberto” por de Joseph Campbell. Cuidado pois tudo que acreditava ser as bases de suas crenças podem “ruir”.

O legado de Campbell para a humanidade é inestimável e os que assistirem as entrevistas e refletirem em suas declarações irão compreender em seus corações e mentes.

Mas digo pra melhor muito MELHOR!

Os livros escritos por Campbell e detalhes vocês consegue aqui.

Bom filme! 😉

O Poder Do Mito, por Joseph Campbell

Entrevista com Joseph Campbell (1904-1987), mitólogo norte-americano, feita pelo jornalista Bill Moyer.

Os estudos independentes de Campbell levaram-no a uma análise profunda das ideias do psicólogo Carl Jung e de Sigmund Freud. Altamente influenciado pela psicnálise jungeriana, Campbell escreveu ,em 1949, o livro The Hero with a Thousand Faces (“O Herói de Mil Faces”) . A entrevista é dividida em 6 temas:

1º A Mensagem do Mito — Campbell compara a história da criação de Gênesis com as histórias de criação no mundo de outras culturas

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2º: A Saga do Herói — Muito antes dos cavaleiros medievais se encarregarem de matar dragões, os contos de aventuras heróicas já faziam parte de todas as culturas mundiais. Campbell nos desafia a ver a presença de uma jornada heróica em nossas vidas. Continuar lendo O Poder do Mito

A semente de mostarda

 

Certa mãe, desesperada com a morte do filho, procurou Buda. Pedia que a curasse da dor que tal perda provocava.
– A cura é simples – disse Buda. – Chá com semente de mostarda.
Mais tranquila, a mulher se preparava para ir ao mercado comprar as sementes, quando Buda advertiu:
– Mas as sementes têm que ser colhidas no jardim de uma casa onde seus habitantes nunca tenham perdido alguém que amavam.
Dois anos depois, a mulher voltou.
– Então, encontrou as sementes de mostarda? – perguntou Buda.
– Eu estava fechada em minha dor, não entendia que a morte é parte da vida – disse ela. – Mas descobri que tal jardim não existe; todo mundo já perdeu uma pessoa querida. E todos sobreviveram ao sofrimento. Meu coração está em paz. Sei que posso conviver com a dor e seguir adiante…

Receber ou não, o presente?

Já dizia uma antiga história budista…

Quando percebeu que a India era grande demais para poder levar sua mensagem pessoalmente, Sidartha encaminhou seus discípulos em todas direções. Um deles voltou, cabisbaixo, taciturno, dizendo que não podia pregar porque as pessoas o xingavam, insultavam.

Então, Buda o acalmou:

– Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
– A quem tentou entregá-lo – respondeu o discípulo.
– O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos – disse o mestre –
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo.

E esse discípulo voltou ao mesmo local onde o haviam xingado e se tornou um dos melhores pregadores e difusores da sabedoria budista.

Os sete cegos e as sete verdades…

Sete sábios, cada um de uma religião, discutiam qual deles conhecia, realmente, a verdade.
Um rei muito sábio que observava a discussão aproximou-se e perguntou:
– O que vocês estão discutindo?…
– Estamos tentando descobrir qual de nós é dono da verdade.
Ao escutar isso, o rei, imediatamente, pediu a um de seus servos que levasse sete cegos e um elefante até o seu castelo. Quando os cegos e o elefante chegaram ao palácio, o rei mandou chamar os sete sábios e pediu-lhes que observassem o que aconteceria a seguir.
O sábio rei pediu aos cegos que tocassem o elefante e o descrevessem, um de cada vez.
O primeiro cego tocou a tromba do elefante e disse:
– É comprido, parece uma serpente.
O segundo tocou-o no dente e disse:
– É duro, parece uma pedra.
O terceiro segurou-lhe o rabo e disse:
– É cheio de cordinhas.
O quarto pegou na orelha e disse:
– Parece um couro bem grosso.
E assim, sucessivamente, cada cego descreveu o elefante de acordo com a parte dele que estava tocando.
Quando todos terminaram de descrever o animal, o rei perguntou aos sete sábios:
– Algum desses cegos mentiu?
– Não! – responderam os sábios em coro – Todos falaram a verdade.
Então, o rei perguntou:
– Mas algum deles disse realmente o que é um elefante?
– Não, nenhum cego disse o que é um elefante, mesmo porque cada um tocou apenas uma parte dele – disse um dos sábios.
– Vocês, sábios, que estão discutindo quem é dono da verdade, parecem cegos. Todos estão falando a verdade, mas, como os sete cegos, cada um se refere apenas a uma parte dela – disse o sábio rei, concluindo:
– Ninguém é dono da verdade, porque cada um a vê de ângulo diferente. “