Liberdade sem fim…

O grau de amor que manifestamos determina a quantidade de abertura e liberdade que podemos trazer para os eventos da vida. Imagine um copo bem pequeno de água em que seja colocada uma colher de sal. Devido ao tamanho do recipiente, a colher de sal vai ter um grande efeito na água.

Contudo, ao pegarmos uma quantidade muito maior de água, como um lago, e colocarmos ali a mesma colher de sal, ela não vai ter o mesmo impacto, devido à vastidão e abertura do recipiente. Mesmo quando o sal continua o mesmo, a quantidade de espaço do recipiente muda tudo.

Gastamos boa parte de nossas vidas procurando um sentimento de segurança ou proteção — tentamos alterar a quantidade de sal que aparece no caminho. Ironicamente, o sal é exatamente aquilo com o qual não podemos fazer nada, já que a vida muda e nos oferece repetidamente altos e baixos.

Nosso verdadeiro trabalho é criar um recipiente tão imenso que qualquer quantidade de sal, mesmo um caminhão cheio, possa vir sem afetar nossa capacidade de receber 😉

Otimismo consciente

Ser um otimista consciente é diferente de fazer afirmações. Afirmações são como dizer a você mesmo que você é compassivo e corajoso, para esconder o fato de que, secretamente, você se sente um perdedor. Ao praticar com real emoção e coração aberto, não estamos tentando nos convencer de alguma coisa, nem estamos tentando esconder nossos verdadeiros sentimentos. Estamos expressando nossa vontade de abrir o coração e de nos aproximarmos de nossos medos. A prática do otimismo consciente nos ajuda a fazer isso em relacionamentos cada vez mais difíceis.

Não estamos nos forçando a sermos bons. Quando vemos quão frios e agressivos podemos ser, não estamos pedindo para que nos arrependamos. Em lugar disso, essas prática desenvolve nossa capacidade de permanecer estáveis com nossa experiência, seja ela qual for.

Somos uma pungente mistura de algo que nem é tão bonito, mas que é muito amado. Quer essa seja nossa atitude para conosco ou para com os outros, ela é a chave para que aprendamos como amar.

E como praticar tal “otimismo consciente”?

Vivendo o AGORA!

Quem vocês acham que está meditando e praticando o otimismo consciente?

O Buda? 😉

Não acredite…

Não acredite no que você ouviu; não acredite em tradições porque elas existem há muitas gerações; não acredite em algo porque é dito por muitos; não acredite meramente em afirmações escritas de sábios antigos; não acredite em conjecturas; não acredite em algo como verdade por força do hábito; não acredite meramente na autoridade de seus mestres e anciãos. Somente após a observação e análise, quando for de acordo com a razão e condutivo para o bem e benefício de todos, somente então aceite e viva para isso

(Buda)

O “AGORA” é tudo que precisa

 

O segredo da saúde da mente e do corpo está em não lamentar o passado, em não se afligir com o futuro e em não antecipar preocupações, mas está no viver sabiamente e seriamente o presente momento
(Buda)

Com base nas palavras acima, e que sábias são, deixo abaixo um vídeo para que vocês meditem e compreendam a “essência” das palavras citadas :)

O poder de sua vida está no AGORA!

Uma breve história da Aceitação

 E se eu disser sim a coisas às quais eu digo não?
E se eu incluir o que eu insisto em excluir?
E se eu não preferir, nem escolher?

E se eu me confrontar, serenamente, ao invés de tentar evadir-me — de mim mesmo?

O Caminho não é difícil para aqueles sem preferências.
O Caminho é sem dificuldades. Apenas evite selecionar e escolher.

Quando por fim:
Estudar o Caminho, percebendo que é difícil; uma vez percebido, preservar a dificuldade.

Uma vez que possa preservá-la, colocar em prática é o difícil.

Uma vez mais “absorvendo” a aceitação. O resultado eu observo…

Contada por um Mestre Zen